Irreverência constante
O dobro de poesia
O triplo de intelectualidade
Poeta louco, desnorteadamente confuso
Um gênio de sua geração
Que queria mudar o mundo.
Me embriagando em sua letra
Te ouço sem pena
Sem vontade de parar
Quanto mais ouço
Mais bêbada estou a ficar
Uma mania, um gosto
Que deixe tocar
Pois o tempo não pára
E essa melodia perdura a eternidade
Isso é seu verso falado, não é difícil saber
Mostrou sua retórica
E a ideologia que procurava viver.
Você não morreu
Você não se foi
Sua alma se encontra em cada verso que você compôs.
Homenagem que fiz a Cazuza.
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